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CCMQ promove atividade alusiva ao Setembro Azul

Oficina de teatro será dedicada à comunidade surda

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Na esquerda, Philipe Philippsen, um homem branco, de cabelos curtos e cacheados, usando uma camisa e uma jaqueta laranjas. A direita, Lucas Bourscheid, um homem branco, de cabelos longos, usando coque, óculos, uma regata e camisetas pretas.
Philipe Philippsen e Lucas Bourscheid, ministrantes da oficina de teatro - Foto: Dani Berwanger/Divulgação CCMQ
Por ASCOM CCMQ | EDIÇÃO: ASCOM SEDAC

A Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), realizará uma atividade alusiva ao Setembro Azul, mês marcado pela visibilidade à comunidade surda. É a oficina “Teatro em Libras”, que acontece nesta terça-feira (10/9) e quarta-feira (11/9), das 19h às 22h, no espaço Carlos Carvalho. O evento é gratuito e aberto ao público.

A oficina “Teatro em Libras”, ministrada pelos atores fluentes em libras Lucas Bourscheid e Philipe Philippsen, recebe pessoas surdas e ouvintes, estudantes de letras-libras e licenciaturas, artistas e educadores com conhecimento básico na língua para integrar a atividade. As inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo link bit.ly/TeatroemLibras. Com essa agenda, a Casa de Cultura busca criar um ambiente de integração bilíngue em seus espaços. 

A CCMQ é financiada pela Lei Federal de Incentivo à Cultura e tem o patrocínio direto do Banrisul, patrocínio prata CEEE Equatorial e patrocínio Bronze Ventos do Sul; apoio Panvel, Banco Topázio, DLL, Navegação Aliança, Tintas Renner e iSend, e realização da Secretaria de Estado da Cultura e do Ministério da Cultura – Governo Federal.

Serviço
Oficina “Teatro em Libras”
Quando: Terça-feira, 10 de setembro, e quarta-feira, 11 de setembro, das 19h às 22h
Onde: Teatro Carlos Carvalho, no 2° andar da CCMQ (Rua dos Andradas, 736)
Inscrições: bit.ly/TeatroemLibras 

Sobre os ministrantes

Lucas Bourscheid é ator e consultor surdo. É instrutor de Libras pela Universidade La Salle e tradutor e intérprete da língua pelo Instituto de Educação e Ensino de Libras (IEEL) de Natal, Rio Grande do Norte. Ele já integrou o grupo Signatores – Artes com Pessoas Surdas e é um dos idealizadores do Café Sinalizante, grupo de conversação em Libras para ouvintes e surdos. 

Philipe Philippsen é ouvinte e atualmente estuda Tradução e Interpretação pelo IEEL (RN). É bacharel em Teatro e mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atualmente trabalha como ator, músico, produtor e professor e é integrante do grupo Cerco de Teatro de Porto Alegre. Ele é vencedor dos prêmios Açorianos de Melhor Trilha Sonora, por “Incidente em Antares”, e o Tibicuera de Melhor Ator, por “Puli-Pulá”.

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