Artistas do Rio Grande do Sul poderão realizar exposições no Consulado-Geral do Brasil em Nova York
Viabilizada pela Secretaria da Cultura, parceria oportuniza nova frente de internacionalização para a produção cultural gaúcha
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Uma parceria da Secretaria da Cultura (Sedac) com o Consulado-Geral do Brasil em Nova York vai permitir que artistas do Rio Grande do Sul utilizem o espaço consular para a realização de exposições de suas obras. O acordo foi iniciado no fim de setembro, em Nova York, entre o diretor-geral e Administrativo da pasta, Fabrício Marquezin Covcecich, e a cônsul-adjunta do Setor Cultural do Consulado, Bruna Veríssimo Honório – a quem foi entregue, na oportunidade, material referente aos 400 Anos das Missões Jesuíticas Guaranis, celebrados em 2026.
A iniciativa está inserida no projeto “Arte Brasileira no Consulado”, que consiste na disponibilização, pela representação diplomática, de seu espaço institucional para sediar mostras de artistas nacionais. O escritório consular também auxilia na divulgação das exposições e na articulação com museus, universidades, instituições culturais e outros públicos estratégicos dos Estados Unidos, além de promover um evento de abertura da mostra, ocasião que costuma reunir representantes das comunidades artística e brasileira de Nova York.
“Estamos falando de um espaço privilegiado no distrito de Manhattan, dentro de um prédio da representação oficial do Brasil em Nova York. Trata-se de uma localização e um ambiente institucional que conferem enorme prestígio e visibilidade às exposições, abrindo uma porta de entrada para a arte gaúcha nos Estados Unidos, enriquecendo o portfólio de nossos artistas e proporcionando-lhes futuros contatos e oportunidades”, celebrou Covcecich. Ele destacou ainda que a parceria reduz uma das principais barreiras para esse processo de internacionalização, que são os altos custos de locação de galerias e espaços expositivos em solo norte-americano.
Por meio do projeto “Arte Brasileira no Consulado”, as exposições permanecem de um a dois meses no espaço consular. Por ser um local com grande circulação diária de público, são priorizadas obras que possam ser fixadas às paredes. O artista deve assinar um termo de empréstimo das peças ao Consulado pelo período da exposição, fica responsável pela montagem e desmontagem das obras e deve preparar um texto curatorial e fichas técnicas de cada peça para acompanharem a mostra. Outros detalhes operacionais da parceria estão em fase de elaboração e serão divulgados oportunamente.


